sábado, 5 de abril de 2008

If I were a bell

Não ando com muito assunto para escrever. Aliás, tenho sim, mas sempre que aparecem, estou longe demais para colocá-los aqui.
Por isso, depois de muita reflexão, vi que não sou o único enganador. Todos somos uma farsa, ninguém tem muito o que dizer mesmo. Durante a maior parte do tempo, falamos bobagens sobre as quais não nos interessamos, desde os temas mais dispensáveis com o taxista e a vizinha velha no elevador até as colunas tapa-buraco no jornal. É tudo uma grande e infindável farsa.
Como foi dito naquele filme, sabemos ter encontrado alguém especial quando conseguimos ficar em silêncio por pelo menos alguns minutos ao seu lado sem nos sentirmos desconfortáveis.
Assim que deveria ser.