sábado, 12 de julho de 2008

Pois leia se quiser.

Caro leitor, desculpe-me pelo subjetivismo do post, não é essa a intenção do blog. Na verdade é sim, afinal postamos aqui o que bem entendermos. Pois leia se quiser. O recado está dado, se quiser pode parar por aqui, não me vou esbravejar.
Sempre fui um sofredor. Vou sofrer até o dia de minha morte e me contento com isso, creio que o destino do homem é sofrer, seja por uma causa, amor, paixão, algum impulso incontrolavelmente infantil e imaturo, arrependimento, ou sei lá o que. Sou feliz, contanto que eu sofra. Não quero transformar esse post num masoquista muro das lamentações, muito menos num melancólico diário de auto-ajuda. Vamos ao ponto: estive arrumando a casa por esses dias e encontrei um gravador de meu pai, ele nunca usou, não sei se foi porque o gravador sempre esteve em nossas mãos ou porque não o quis... Engraçado, não foi um dia sofrível, mas eu falei algo ao gravador. E ele me ouviu, muito bem. Guardou todas as aporrinhações só para ele, ou para mim, à escolha do leitor. Foi uma grande revelação. Adoro revelações, assim como escrever às madrugadas, areja a mente. Vou falar mais ao gravador, alguns pensamentos, teorias cretinas, idéias geniais e pretenciosas, e sobre o sofimento também. É bom falar a troco do silêncio, do silêncio consigo mesmo. Da paz consigo mesmo;

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