terça-feira, 28 de abril de 2009

A festa de Carlinhos

Muito pra estas coisas não sou, mas
Carlinhos, amiguinho meu
Do Colégio S. Bartolomeu
Fazia anos e me chamou.

Chegando lá encontrei
Entre doces e refrescos
Um anjinho, desconfiei.
Cumprimentou-me cortês,
Hesitei.

E Carlinhos, mão no ombro, brilho no olho:
-Vem, Igor, ser gauche na vida!

(E até o presente instante,
o infante caso elucida minha ida.)

2 comentários:

Rafael Bin Bean disse...

Muito bom esse poema , mas
fica uma pergunta :

Foi ou não foi ser gauche ?

vec disse...

Foi! Não Foi! Foi! Não foi!
já diria Manoel